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O processo de avaliação por discentes no primeiro ciclo de avaliação institucional


 

Os Cursos de Graduação da UEM foram avaliados por seus próprios alunos, por meio de instrumento eletrônico, no período de 21/08 a 24/09/2006.

Com sistemática de acesso simples - link na página central da UEM e acesso com a mesma senha da DAA para a consulta de notas – os alunos puderam responder ao instrumento sem barreiras geográficas opu temporais. As coordenações puderam também estabelecer estratégias no sentido de motivar os alunos para uma participação significativa no processo.

Posteriormente, a CPA-UEM encaminhou o Relatório de Avaliação Discente, por curso de graduação, juntamente com um roteiro para análise do coordenador do colegiado de curso, com devolução de seu parecer a respeito.

Considerações sobre o processo

A Universidade Estadual de Maringá conta com aproximadamente doze mil alunos no campus sede em Maringá e com, aproximadamente, quinze mil alunos ao todo se somados os seus campi.

Deflagrar o processo de avaliação institucional por discentes não se constituiu como sendo uma tarefa fácil, principalmente porque foi intenção analisar toda a estrutura disponibilizada, ou seja, disciplinas, docentes, infra-estrutura física, material e humana, além de coletar dados de como o discente se auto-avalia no desempenho e envolvimento junto às atividades gerais do curso em que participa.

De acordo com as recomendações estatísticas, para uma confiabilidade aceitável dos resultados obtidos, seriam necessários percentuais de envolvimento perto de 90% dos alunos de cada disciplina, uma vez que as turmas organizadas na UEM, com raras exceções ultrapassam a marca de quarenta alunos por sala. Esse número exige que o processo avaliativo seja preenchido por pelo menos trinta e seis alunos para uma confiabilidade de 95%.

Nesse sentido, os resultados obtidos em relação à participação discente ficaram muito abaixo do necessário para o atendimento das exigências técnico-metodológicas. Contudo, julga-se que os resultados obtidos sejam importantes e significativos para os cursos que conseguiram sensibilizar seus discentes ao processo avaliativo, uma vez que eles apontam indicativos que poderão vir a se constituir como melhorias gerais a todo o processo ensino-aprendizagem e administrativo do curso no seu todo.

A estratégia adotada para a coleta de dados prendeu-se a disponibilizar a todos os discentes que preenchessem os formulários através da Internet de qualquer ponto de acesso. Houve uma dedicação dos coordenadores de colegiado e dos docentes dos diversos departamentos, porém, entende-se que o processo de avaliação ainda não se constitui como uma prática considerada como importante por parte de toda a comunidade, há um problema cultural que deve ser revisado e analisado para que essa prática possa ser mais bem aceita e praticada por todos, pois somente com o envolvimento ampliado é que poderemos avançar de forma mais consistente.

Assim, considera-se que, neste primeiro ciclo, tem-se elementos que atendem aos interesses básicos do processo avaliativo da Universidade Estadual de Maringá e do SINAES. O exercício para a formulação do instrumento e de todo o processo de coleta de dados, possibilita visualizar ações e estratégias futuras para o aprimoramento do sistema de avaliação e da adoção de medidas para a melhoria na oferta dos cursos e das condições didático-pedagógicas disponibilizadas pela estrutura da UEM.

Contudo, deve ser reconhecido que há muito a ser feito para que esse processo de avaliação seja uma constante para toda a comunidade. A prática da avaliação deve ser estimulada e os seus resultados devem ser considerados, em especial pela administração central da IES, a fim de que o processo tenha validade e representatividade nas ações a serem desencadeadas, seja na questão administrativa funcional, ou então nas ações didático-pedagógicas gerais dos diversos cursos.

Os resultados oferecem subsídios para uma série de encaminhamentos e apontamentos que os diversos coordenadores de colegiado podem aproveitar e transformá-los em ações efetivas em seus cursos.

A credibilidade e a futura participação da comunidade estão diretamente relacionadas às ações efetivas dos gestores ao aproveitarem e considerarem as opiniões apresentadas nos instrumentos aplicados.

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